Enquanto os aficcionados por automóveis sonham com seus Porsches, Audis, BMWs, Mercedez e Land Rovers, eu me contento com uma Kombi. Isso mesmo. Um dia ainda terei a minha, adaptada para longas viagens, com frigobar, DVD, estúdio portátil de fotografia e outros bichos. A cor pode ser a mesma da que aparece na foto acima, por motivos óbvios. Essa eu comprei nas Lojas Americanas (a foto eu mesmo fiz). Pena que é uma miniatura.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Eu vou de Kombi.
Enquanto os aficcionados por automóveis sonham com seus Porsches, Audis, BMWs, Mercedez e Land Rovers, eu me contento com uma Kombi. Isso mesmo. Um dia ainda terei a minha, adaptada para longas viagens, com frigobar, DVD, estúdio portátil de fotografia e outros bichos. A cor pode ser a mesma da que aparece na foto acima, por motivos óbvios. Essa eu comprei nas Lojas Americanas (a foto eu mesmo fiz). Pena que é uma miniatura.

OK... um longo tempo sem postagens, mas por motivos justos. O primeiro deles é o trabalho, claro. O segundo é a preparação para um concurso público que vem por aí. Logo, logo a cabeça estabiliza novamente e reinicio as postagens. Para não fica devendo muita coisa, uma sugestão de DVD: um show do BLUE MAN GROUP, chamado THE COMPLEX ROCK TOUR. Pare de assistir a filmes de quinta categoria, Gugu, A Favorita e outras tragédias do gênero e prepare-se para ver coisa que preste. Vale cada centavo.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Nunca é tarde.

Do alto dos meus 44 anos, mais ou menos a meio caminho entre o nascimento e a morte, é bacana ter contato com mensagens de incentivo, carregadas de positivismo. Essa imagem recebi de um amigo, grande companheiro dos cafés de Sábado (agora não tão frequentes assim). Deixa a ideia de que não importa em que fase da vida estejamos, há sempre tempo para curtirmos todos os momentos ao máximo. Será que fui chamado de velho por tabela? Claro que não, Marcelo. Sei que você não faria uma coisa dessas comigo. Brincadeiras à parte, espero que os leitores gostem. E que consigam fazer de suas vidas um eterno divertimento.
domingo, 3 de agosto de 2008
A maior de todas as forças.

“Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
Daria a capacidade de escolher novos rumos, novos caminhos.
Deixaria, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável.
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
Além da ação o cultivo à amizade.
E, quando tudo mais faltasse, deixaria um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída”.
Gandhi
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
Daria a capacidade de escolher novos rumos, novos caminhos.
Deixaria, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável.
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
Além da ação o cultivo à amizade.
E, quando tudo mais faltasse, deixaria um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída”.
Gandhi
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Os 4 Sentidos.

Esses dias, revirando as prateleiras, encontrei uma velha agenda de 1993. Isso mesmo, caros leitores, um achado histórico, emblemático da minha juventude adulta (eu tinha tenros 29 anos naquela época), eu diria que quase um produto similar aos descobertos somente depois de anos de escavações arqueológicas. Pois bem, dentre tantos rabiscos, registros e anotações deparei-me com uma frase do padre Antônio Vieira (1608-1697), religioso, escritor e orador português integrante da Companhia de Jesus, cujos membros são conhecidos como jesuítas. Depois da breve apresentação, aí vai a frase: "Deus deu aos olhos duas funções. A da visão e a do choro. A do choro mais do que a da visão, pois até mesmo um cego é capaz de chorar". Digo tudo isso porque essa citação me fez lembrar um trabalho fotográfico que realizei no IPC - Instituto Paranaense de Cegos, e que me sensibilizou bastante. É paradoxal pensar na bela harmonia existente entre a fotografia, completa dependente da luz para funcionar, e a cegueira, da qual a escuridão é uma eterna companheira. Um dia pretendo transformar em exposição essa série. Enquanto isso não acontece, deixo uma pequena amostra do que vi e registrei naquela ocasião. Nessa imagem, um dos residentes do IPC consulta as horas, em um relógio adaptado para quem "vê" o tempo passar usando apenas quatro sentidos.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
De tirar o chapéu!
A despeito de todas as notícias acerca do aumento indiscriminado de veículos nas ruas, causando monstruosos engarrafamentos nas principais metrópoles do País, as montadoras continuam insaciáveis nos lançamentos e - graças à estabilidade econômica - nas facilidades de financiamento dos mais distintos modelos. Não à toa, é de cansar o volume de propagandas de veículos na televisão, que, somadas às de cerveja, devem ocupar mais da metade do espaço publicitário da telinha. Haja paciência. Mas tem coisa boa nessa história, pena que não aqui no Brasil. Confiram o monumental anúncio do Honda Accord, o melhor da categoria automóveis que eu já vi. Dois minutos que poderiam ser quatro, oito, vinte. Dá vontade de ver e rever. Cliquem aqui e aproveitem. Depois me digam se eu tenho ou não tenho razão.
sábado, 5 de julho de 2008
Propagandas que gostaríamos de encontrar na Veja.
Sabe aquelas propagandas que nunca foram publicadas, tendo ficado apenas nos Macintosh dos seus criadores e nas reuniões de brainstorm das agências? Pois bem, a Panda Books reuniu várias dessas campanhas no livro "As Impublicáveis Pérolas da Propaganda. Agora Publicadas". São 104 peças e 48 slogans, mostrando o que pode resultar do livre exercício da criação publicitária. Os autores são Eduardo Dencker, Marcel Ares e Victor Marx. Um deleite para quem gosta do assunto e para quem quer colocar na estante uma coletânea de anúncios que nada ficam a dever aos que realmente são veiculados no dia-a-dia da mídia. Abaixo, segue uma palhinha.


sexta-feira, 4 de julho de 2008
Teoria X Prática
Reproduzo aqui uma das mais brilhantes frases com as quais me deparei. Essa ornava uma das paredes do boteco Kanimambo, que hoje não mais existe, mas que era tradicional ponto de encontro de estudantes, artistas, desocupados, profissionais liberais e bebuns de todo gênero. O bar localizava-se na rua Comendador Araújo, em Curitiba-PR, e a calçada em frente ficava repleta de grupinhos discutindo assuntos dos mais variados, desde fissão nuclear até a importância da composição química da saliva do camelo para a falta de caráter dos políticos. Tudo no local era digno de um aprofundado estudo sócio-antropológico, mas a famosa frase tornou-se um de seus maiores atrativos. Anote lá: "Teoria é quando sabemos tudo e nada funciona. Prática é quando tudo funciona e ninguém sabe por quê. Aqui nesse bar se conjugam teoria e prática. Nada funciona e ninguém sabe por quê". Genial, não?
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Enquanto isso, na zona sul...
Reunião na cobertura de um rico empresário, de frente para o mar, em Ipanema, para tratar de assuntos diversos. Enquanto os croquetes de camarão são servidos aos presentes – entre os quais um piloto futurista de nome Luke Skywalker – o manobrista recolhe à garagem o carro de Dick Vigarista e Muttle. No banheiro, retocando a maquiagem, Pamela Anderson aproveita para fazer uma ligação para Maguila, cobrando as luvas que ele usou para surrar Osama Bin Laden, e que lhe foram prometidas no dia do confronto, ocorrido num ginásio em Feira de Santana-BA. A campainha toca e o mordomo Alfred, de folga da Bat Caverna e aproveitando para reforçar o orçamento, corre para atender. Entram correndo para a cozinha Ofélia e seu assistente, Cheff Vergé. Vampirela é surpreendida atrás da cortina dando um malho em Jece Valadão, e resolve assumir o relacionamento. Num canto da sala, jogando pôquer, estão onze homens, cada um com um segredo. Woody Allen ensaia, no corredor que dá acesso aos banheiros, uma sinfonia de Mozart para clarineta. A reunião está prestes a começar quando Ermírio de Moraes, síndico do prédio, avisa pelo interfone que os condôminos estão reclamando do barulho. A campainha toca mais uma vez. Ao ser aberta a porta, Rin-tin-tin entra em disparada, latindo e babando. Félix, o gato, que dormia tranqüilamente sobre a geladeira, se atira para a morte, pela janela da área de serviço. A reunião é suspensa.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Despercebido ou Desapercebido???
Acho que a Língua Portuguesa é a que mais "armadilhas" traz para os seus usuários. Cheio de regras e mais ainda de exceções, o nosso querido idioma é, por isso, um fantasma para aqueles que dependem dele para trabalhar ou para simplesmente escrever uma carta ou um documento. Muitos são os enganos cometidos, o que por si só não quer dizer que os seus autores sejam iletrados. Passar incólume por todas as pistas escorregadias do Português exige estudo e prática, mas isso vem com o tempo. Vou tentar explicar de forma simples um erro freqüentemente encontrado em textos dos mais diversos, incluindo alguns produzidos e reproduzidos na imprensa. A confusão é entre as palavras DESPERCEBIDO e DESAPERCEBIDO. Muita gente usa o segundo termo quando deveria, na verdade, usar o primeiro. Anote lá. DESPERCEBIDO significa "sem se fazer notar; sem atrair a atenção", e DESAPERCEBIDO (cujo uso é bem mais restrito) é o mesmo que "desprovido; desprevenido". A diferença na grafia das duas palavras é mínima, mas em seu significado ela é enorme. Então, a partir de agora, não deixe passar DESPERCEBIDO esse detalhe quando for escrever alguma coisa. Percebeu?
sábado, 28 de junho de 2008
Casamento: to get or not to get?
Sou partidário do que dizia um amigo meu: não sou contra nem a favor do casamento, muito pelo contrário. Incorreções semânticas e brincadeiras à parte, devo dizer que casamento é um estado de espírito. Pelo menos é o que eu suponho. O cerimonial ajuda a deixá-lo aceso na mente das pessoas, mas nada garante quanto à sua longevidade. O amor, sim, esse é o principal rito pelo qual o relacionamento entre duas pessoas deve sempre passar. E o amor independe de papéis assinados ou catedrais decoradas. Bem, mas não foi por isso que eu comecei esse texto. Deixo as discussões sobre o matrimônio para quem entende mais do assunto, quem sabe o casal britânico Frank e Anita Milford, que comemoram esta semana seu 78º aniversário de casamento, tornando-se o casal vivo do Reino Unido com mais tempo de união. Vamos ao que interessa. Se o casamento é bom ou não, isso não importa nesse momento. Mas um bom registro fotográfico do evento - para aqueles que ainda consideram-no essencial - ninguém há de negar que merece ser visto e revisto. Conhecem um tal de Yervant? Pois deveriam, ao menos os que pretendem se casar em breve ou em algum momento do futuro. Esse fotógrafo de olhar magnífico é referência para qualquer proprietário de uma máquina Xereta ou Love (aquelas que vinham de brinde quando comprávamos chicletes na esquina). Vale a pena dar uma olhada (http://www.yervantphotography.com/). Se você vai casar, é um colírio para os olhos. Se esse não é exatamente o seu caso, quem sabe agora não comece a sentir aquela coceirinha. Só não diga depois que eu fui o culpado pela decisão.
Um passeio pela Ilha das Flores
Essa é para quem gosta de cinema e vídeo. Um curta-metragem que mistura criatividade e crítica social das melhores. O nome? Ilha das Flores. Onde ver? www.portacurtas.com.br. É só procurar na coluna da esquerda da sua telinha, na seção "Os mais vistos". Não é à toa que é um dos que mais recebem cliques dos internautas. Se não viu, veja. Se já viu, veja novamente. Uma boa forma de perceber que existe vida inteligente por detrás das câmeras. Aproveite para navegar no site. Muita coisa boa na área. O Porta Curtas é um projeto da Petrobras, que ainda vai nos tornar um país auto-suficiente naquele líquido gosmento e preto cujo preço não pára de subir.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Reveillon em Salvador
Pensando bem, achei melhor publicar esse desvario da minha mente a mantê-lo engavetado, servindo de alimento às traças.
Reveillon em Salvador. Ivete Sangalo, a anfitriã, acerta os últimos detalhes da festa. Enquanto Johnny Bravo tenta conquistar Carla Perez na beira da piscina, Tom Cruise aproveita os ensinamentos aprendidos durante as filmagens de Cocktail e prepara alguns drinques para os convidados. Na fila do banheiro, Marília Gabriela entrevista Bozo para o seu novo programa sobre a estética governamental no Brasil. Lá dentro, Sandy ataca Nelson Ned que, acuado, se esconde embaixo da pia. Sherlock Holmes chega com um mandado judicial para a prisão dos Irmãos Metralha, pegos com as mãos na massa, na cozinha, roubando canapés. Gritando freneticamente no celular, perto do chafariz instalado no jardim, Luciano Pavarotti reclama com o atendente da farmácia da esquina que a sua encomenda de pastilhas Valda ainda não chegou. Discretamente, uma outra turma de irmãos, os Karamazov, procura pelo seu criador para exigir um percentual sobre a venda do livro baseado em suas vidas. Dostoiévski, nesse exato momento, se vira no caixão, em algum lugar da antiga União Soviética. No palco, montado para animar o evento, Beto Carrero mostra ao público presente um show com duas libélulas amestradas. No meio da madrugada, a boneca Barbie é acusada de plágio por Susie e as duas se estapeiam até a morte no closet. Caetano Veloso fica encarregado de chamar a polícia para investigar o caso. Space Ghost trata de acionar o seu botão de invisibilidade, e Demi Moore interrompe o strip-tease que estava fazendo para executivos da Disney, interessados em contratá-la para uma nova produção infantil. Alguns segundos depois, o Batmóvel irrompe pelo jardim, não sem antes destruir o muro. Todos se olham. Dois mascarados com roupa colante e capa desembarcam do automóvel. Caetano Veloso consulta seu celular e percebe que ligou para o número errado. Paciência. Um grande tumulto se estabelece. Batman e Robin começam a distribuir autógrafos.
Reveillon em Salvador. Ivete Sangalo, a anfitriã, acerta os últimos detalhes da festa. Enquanto Johnny Bravo tenta conquistar Carla Perez na beira da piscina, Tom Cruise aproveita os ensinamentos aprendidos durante as filmagens de Cocktail e prepara alguns drinques para os convidados. Na fila do banheiro, Marília Gabriela entrevista Bozo para o seu novo programa sobre a estética governamental no Brasil. Lá dentro, Sandy ataca Nelson Ned que, acuado, se esconde embaixo da pia. Sherlock Holmes chega com um mandado judicial para a prisão dos Irmãos Metralha, pegos com as mãos na massa, na cozinha, roubando canapés. Gritando freneticamente no celular, perto do chafariz instalado no jardim, Luciano Pavarotti reclama com o atendente da farmácia da esquina que a sua encomenda de pastilhas Valda ainda não chegou. Discretamente, uma outra turma de irmãos, os Karamazov, procura pelo seu criador para exigir um percentual sobre a venda do livro baseado em suas vidas. Dostoiévski, nesse exato momento, se vira no caixão, em algum lugar da antiga União Soviética. No palco, montado para animar o evento, Beto Carrero mostra ao público presente um show com duas libélulas amestradas. No meio da madrugada, a boneca Barbie é acusada de plágio por Susie e as duas se estapeiam até a morte no closet. Caetano Veloso fica encarregado de chamar a polícia para investigar o caso. Space Ghost trata de acionar o seu botão de invisibilidade, e Demi Moore interrompe o strip-tease que estava fazendo para executivos da Disney, interessados em contratá-la para uma nova produção infantil. Alguns segundos depois, o Batmóvel irrompe pelo jardim, não sem antes destruir o muro. Todos se olham. Dois mascarados com roupa colante e capa desembarcam do automóvel. Caetano Veloso consulta seu celular e percebe que ligou para o número errado. Paciência. Um grande tumulto se estabelece. Batman e Robin começam a distribuir autógrafos.
No início, é o verbo!
Antes de qualquer coisa, devo um agradecimento especial ao amigo Mancuzo (http://www.ifronteira.com/blog-blogdomancuzo) que, mesmo sem saber, me incentivou a criar esse blog. Fui, vi e estou aqui, criando o meu próprio espaço, para sacramentar algumas linhas diárias. A verdade é que não sei se terei tempo para atualizações tão freqüentes, mas prefiro pensar numa célebre frase do francês Jean Cocteau, diretor de cinema, poeta, escritor, pintor, dramaturgo, cenógrafo, escultor e ator, que dizia: "sem saber que era impossível, foi lá e fez". É o que vou tentar. Fazer o possível e o impossível para me manter assíduo. Espero que aproveitem!
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