
Cinquenta (assim mesmo, sem trema, graças à reforma ortográfica) e nove anos após a clássica e inesquecível tragédia da final da Copa do Mundo de 1950, em pleno Maracanã, quando o Brasil foi batido pela seleção uruguaia, morre Friaça. Para quem não sabe, foi ele o autor do gol de honra brasileiro naquela fatídica partida, vista por uma plateia (assim mesmo, sem acento) de 173.850 pessoas. Naquele dia, as fábricas de lenço devem ter faturado horrores, uma vez que rios de lágrimas escorreram pelas arquibancadas do maior do mundo para regar o vexame que o escrete canarinho plantava no gramado. Uns dirão que foi falta de sorte, outros que faltou combatividade à equipe verde-amarela, outros ainda afirmarão que o que atrapalhou foi a falta de comando aos nossos jogadores. Eu tenho a minha teoria. Foi pé-frio. Frio não. Friaça.
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